Sobe para 178 número de reféns nos motins em sete prisões do Equador

Esta série de motins é parte de uma escalada de violência protagonizada esta semana pelos grupos do crime organizado no Equador e que levou o Presidente a dizer que o país está em guerra.

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Sobe para 178 número de reféns nos motins em sete prisões do Equador
Sobe para 178 número de reféns nos motins em sete prisões do Equador

Houve também incidentes na prisão da cidade tropical de Santo Domingo de Los Tsáchilas, onde três reclusos conseguiram fugir.

Os guardas feitos reféns nos motins simultâneos ocorridos em prisões do Equador são já 178, após o alastramento a mais estabelecimentos prisionais da crise em curso no país, indicou a agência penitenciária do Estado, esta quinta-feira.

Num comunicado, o Serviço Nacional de Atenção Integral às Pessoas Privadas de Liberdade (SNAI) precisou que há 158 guardas prisionais e 20 administrativos entre os funcionários mantidos como reféns nas prisões das cidades meridionais Machala, Loja, Cuenca e Azogues, das centrais Latacunga e Ambato e da setentrional Esmeraldas.

Durante a madrugada desta quinta-feira, somaram-se aos motins as prisões de Machala e Esmeraldas, o que aumentou para sete as penitenciárias nesta situação, ao passo que na quarta-feira, o SNAI tinha dado conta de 139 reféns, entre os quais 125 guardas e 14 funcionários administrativos.

Na prisão de Esmeraldas, situada na província homónima, fronteiriça com a Colômbia, um grupo de prisioneiros chegou a disparar do interior da prisão contra elementos das Forças Armadas que se encontravam no exterior, que retaliaram para controlar a situação, relatou o SNAI. Houve também incidentes na prisão da cidade tropical de Santo Domingo de Los Tsáchilas, onde três reclusos conseguiram fugir.